Palmeiras terá muitas mudanças contra a Macaca; veja a provável escalação


Classificado para as quartas de final de forma antecipada após a vitória contra o São Paulo, o Palmeiras volta a campo nesta quarta-feira (20), às 21h30 (horário de Brasília), contra a Ponte Preta, no estádio Allianz Parque, para cumprir tabela, mas também para garantir a primeira colocação do Grupo B. O time alviverde deve ser bem diferente em relação ao Choque-Rei.
De olho já no primeiro jogo do mata-mata, que será neste fim de semana, o técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari, deve poupar grande parte dos atletas que estão pendurados com dois cartões amarelos para evitar desfalques.

Luan, Mayke, Diogo Barbosa, Thiago Santos, Felipe Melo, Moisés e Borja estão nessa situação e são grandes candidatos a ficar de fora.

No entanto, na zaga o Palmeiras tem um grande problema, pois Antônio Carlos (suspensão), Gustavo Gómez (convocado Paraguai), Luan (machucado) são desfalques confirmados e Felipão tem apenas Edu Dracena à disposição.

Outro desfalque certo é o goleiro Weverton, convocado para defender a seleção brasileira em amistosos.

Assim, o treinador já revelou que Thiago Santos pode ser improvisado na defesa, mesmo pendurado – outra possibilidade é a escalação do garoto Patrick de Lucca, do time sub-20 e recém-inscrito no Paulista. É bom lembrar que Vitão, outro jovem promissor da base, também se recupera de lesão e não poderá atuar.

Por outro lado, partida ainda deve marcar a volta de Deyverson no Paulistão. O camisa 16 cumpriu os seis jogos de suspensão na competição e está novamente à disposição de Felipão.

Escalação do Palmeiras
Assim, uma possível formação do Verdão para o confronto com a Macaca tem: Jailson (Fernando Prass); Marcos Rocha, Thiago Santos (Patrick de Lucca), Edu Dracena e Victor Luis; Jean, Bruno Henrique e Lucas Lima (Raphael Veiga); Zé Rafael, Carlos Eduardo e Deyverson.

O Palmeiras lidera o Grupo B, com 22 pontos, três a mais que o Novorizontino, também classificado, que vai enfrentar a Ferroviária nesta rodada.


Fonte: 

4 jogadores que podem decidir a favor do Palmeiras contra a Ponte Preta


Nesta quarta-feira (20), Palmeiras  e Ponte Preta se enfrentam às 21h30 (horário de Brasília), no Allianz Parque, pela décima segunda e última rodada da fase de grupos do Campeonato Paulista. O Verdão vem de empate contra o São Paulo. Já a Macaca venceu por 3 a 0 o clássico contra o rival Guarani.
O alviverde paulista, treinado por Luiz Felipe Scolari, terá vários desfalques para a partida em relação ao Choque-Rei do último sábado, quando venceu por 1 a 0, com gol de Carlos Eduardo. Listamos quatro jogadores que podem decidir a partida a favor do Palmeiras:


Edu Dracena 
Antônio Carlos (suspensão), Gustavo Gómez (convocado Paraguai), Luan (machucado) são os desfalques confirmados, sendo assim, Felipão tem apenas Edu Dracena à disposição na zaga. O experiente zagueiro de 37 anos está no alviverde desde 2016. O jogador disputou cinco partidas na atual temporada, todas elas pelo Campeonato Paulista. Sua liderança, bom jogo aéreo e marcação firme são suas principais características.


Lucas Lima
Contratado em 2018, vindo do Santos, o jogador têm como suas principais características a armação de jogadas, bom passe e visão de jogo. O meia de 28 anos atuou em nove partidas das 13 disputadas pelo Palmeiras no ano, acumulando 517 minutos.


Carlos Eduardo
Autor do bonito gol da vitória diante do São Paulo, o jogador vinha recebendo críticas da torcida, o gol pode mudar o cenário para o jogador. Contrato no início deste ano, o atacante de 22 anos deve ganhar vaga como titular diante da Ponte Preta. Ele atuou em oito partidas na temporada, todas pelo campeonato estadual.


Deyverson
O camisa 16 cumpriu os seis jogos de suspensão na competição e está novamente à disposição de Felipão. No clube desde 2017, o atacante apesar de sua fama de desequilibrado, apresenta bom futebol nas oportunidades que têm. Em 2019, o atleta entrou em campo cinco vezes, quatro pelo paulista e uma pela Libertadores, assinalando dois gols.


Fonte: João Pedro Oliveira

"Palmeiras e Athletico PR podem ficar fora do cartola 2019" Entenda.

A 14ª edição do Cartola FC, principal fantasy game do Brasil, está confirmada. No entanto, dois dos 20 clubes participantes do Brasileirão devem ficar de fora, casos do Palmeiras e Athletico. Seria uma situação inédita.

Os dois times ainda não fecharam acordo de transmissão com a Globo para a TV aberta. Vale lembrar que a emissora carioca é a proprietária do Cartola FC, que teve a sua primeira edição em 2005.

Em contato com o Torcedores, a assessoria de imprensa da Globo confirmou que as negociações seguem com Palmeiras e Athletico, e não estipulou um prazo para se encerrarem.

“O Cartola FC vai funcionar de acordo com os direitos contratados com os clubes da série A. As negociações seguem em andamento e não temos necessariamente um deadline para encerrar as conversas. Contudo, estamos aptos, no decorrer dos entendimentos, para qualquer mudança no game que se faça necessária – o que seria uma questão técnica de desenvolvimento”, explicou a emissora.
Há pouco mais de um mês para o início do Brasileirão, a versão 2019 do game ainda não foi lançada.

Times que têm acordo com o Cartola FC:

Atlético-MG
Avaí
Bahia
Botafogo
CSA
Ceará
Chapecoense
Corinthians
Cruzeiro
Flamengo
Fluminense
Fortaleza
Goiás
Grêmio
Internacional
Santos
São Paulo
Vasco

Ainda sem acordo com o Cartola FC:

Athletico
Palmeiras
O Cartola Pro também está confirmado. Ou seja, os “cartoleiros” poderão novamente assinar o fantasy para concorrerem a premiações maiores. O valor da inscrição segue sendo R$49,90 e os jogadores que renovarem sua assinatura terão descontos. O Campeonato Brasileiro 2019 terá início no dia 27 de abril.

Fonte: Rafael Alaby Martins Ferreira

“O Palmeiras deveria ser um exemplo para todos os clubes do futebol brasileiro”, diz Bruno Henrique


Depois de garantir a permanência de Dudu, o Palmeiras trabalhou forte para segurar o capitão Bruno Henrique, que ao contrário do atacante, já tinha em mãos uma proposta milionária do futebol chinês. E após uma série de reuniões, o camisa 19 acertou sua renovação com o Verdão até 2023. Em entrevista ao UOL Esporte, o jogador falou sobre o que motivou sua permanência, mesmo diante da oferta chinesa.

“O Palmeiras é um exemplo; deveria ser um exemplo para todos os clubes do futebol brasileiro. O clube já vem há algum tempo com este projeto de gerência muito boa, que arrecada muito dinheiro, investe bem em jogadores importantes e ganha títulos. É uma atmosfera difícil de se ver no futebol brasileiro“, destacou o volante, que ainda exaltou tudo o que o clube proporciona aos jogadores.

“O que o Palmeiras criou é uma coisa fantástica, e isso com certeza segura jogador: parte financeira, estrutura, torcida, planejamento de carreira, briga por título. É um todo que te faz não pensar somente em dinheiro“, acrescentou.

Bruno Henrique, que já soma 95 jogos disputados e 16 gols marcados com a camisa do Palmeiras, garante que seu foco está na temporada de 2019 e preferiu evitar pensar no futuro, mas destacou que, além do contrato longo, tem também um planejamento de carreira junto ao time Alviverde.

“Não tem como planejar o futuro muito distante. Claro que minha vontade é a permanência: fiz o contrato de cinco anos para jogar no Palmeiras, tenho um planejamento de carreira junto ao clube, com a minha família. O que vai acontecer no ano que vem a gente não sabe, mas eu tenho a ideia de permanecer, cumprir meu contrato“, explicou o volante.

Fonte: Danielle Barbosa

Antônio Carlos Zago diz qual foi o seu maior erro quando treinou o Palmeiras


O ex-zagueiro Antônio Carlos Zago teve a chance de treinar o Palmeiras há nove anos e não durou muito tempo no cargo. Após bom início de trabalho no São Caetano, ele foi contratado pelo Verdão para o lugar de Muricy Ramalho, não conseguiu fazer o time embalar e caiu após três meses como treinador.

Em entrevista ao programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, no último domingo (17), o agora comandante do Red Bull Brasil diz como surgiu o convite para treinar o Verdão.

“Nós jogamos contra o Palmeiras numa quarta-feira, ganhamos de 4 a 1 no Parque Antarctica e mandaram o Muricy [Ramalho] embora. Na manhã seguinte ligaram para mim e me convidaram”, contou o ex-jogador.

A temporada 2010 alviverde foi marcada pelo baixo poder financeiro após gastar muito em 2008 e 2009. Com Antônio Carlos, a equipe terminou o Campeonato Paulista em 11º lugar e caiu para o Atlético-GO nas quartas de final da Copa do Brasil.

Zago não soube lidar com as críticas vindas da imprensa e sua saída do Verdão foi sacramentada após um desentendimento com o atacante Robert, após empate sem gols com o Vasco, no Rio de Janeiro, pelo Brasileirão 2010.

“Eu tenho descendência italiana, minha família é palmeirense e muito do que saía na imprensa acabou me influenciando. Se eu tivesse analisado o ambiente do Palmeiras naquela época, eu não teria ido. Há três anos o Palmeiras se reestruturou e voltou a ser o grande clube que sempre foi, mas que não era naquele momento”, explicou.

Antônio Carlos Zago esteve à frente do Palmeiras em 19 partidas, com nove vitórias, cinco empates e cinco derrotas.

Fonte: Péterson Neves

Moisés fala sobre situação de Deyverson no Palmeiras e afirma: “A gente já pegou pesado com ele"


Moisés falou sobre a situação do polêmico Deyverson no Palmeiras, após o atacante quase ser vendido ao futebol chinês. Em entrevista à ESPN, o meia disse que o elenco palmeirense já pegou pesado com o jogador de 27 anos, mas que esse tem um ‘coração grande’.
“O Deyverson é um cara que tem um coração muito grande, a gente brinca, mas com o Deyverson a gente já dá bronca, a gente já pegou pesado com ele também. Quando tem que cobrar a gente fala, e ele tem uma vantagem, porque ele escuta. É que às vezes passa rápido, né?”, brincou ele.

Além disso, o camisa 10 alviverde atentou para a importância de os atletas mais experientes apoiarem os demais nos momentos difíceis. “A gente continua sempre dando apoio, porque a gente sabe que são nesses momentos que é importante você dar a mão, dar um abraço, ajudar o companheiro. Porque quando você está fazendo gols, dando assistências, jogando bem, é muito fácil. Então esses jogadores, principalmente os mais experientes, é nesse momento que a gente atua”, finalizou.

Vale lembrar que Deyverson pegou seis jogos de suspensão por cuspir em Richard no último Dérbi Paulista. O confronto do Palmeiras contra a Ponte Preta, na próxima quarta-feira (20), deve marcar a volta do jogador.


Fonte: Gabriela Maruyama 

Mercado da bola: Palmeiras acerta contratação de jovem zagueiro


Nesta segunda-feira (18), o Santa Cruz de Natal anunciou a transferência de sua jovem promessa, o zagueiro Jadson, que foi negociado por empréstimo com o Palmeiras por um ano, com opção de compra. O defensor de apenas 18 anos viaja para São Paulo na madrugada desta terça-feira. A princípio, o jogador será utilizado no time sub-20 do Verdão.

Nos últimos anos, a base do Palmeiras tem se tornado sinônimo de títulos, boas campanhas e de revelar jogadores. O último foi Luan Cândido, que nem sequer atuou pelo profissional do alviverde e foi negociado por um valor milionário ao RB Leipzing.

Diante a situação, o Palmeiras segue garimpando novos talentos ao redor do Brasil e uma das apostas é o jovem zagueiro Jadson, de apenas 18 anos, que atuava pelo Santa Cruz de Natal. Em 2019, pelo seu ex-time o defensor disputou 10 partidas pelo Campeonato Potiguar e mais dois jogos pela Copa do Brasil, contra o Tupi-MG e o Bahia.

Jadson inclusive já se despediu de sua ex-equipe: “Serei eternamente grato ao Santa Cruz por tudo o que me proporcionou. Que fez me tornar como atleta profissional, como ser humano. Agradeço de coração por tudo que aprendi e por sempre terem me tratado com respeito e igualdade. Foi uma satisfação imensa trabalhar sob a liderança dessa comissão”, disse.

A princípio, o defensor vem para o Palmeiras para atuar nas categorias de base, na equipe sub-20. O contrato de Jadson será por empréstimo de um ano com opção de compra.

Fonte: Eduardo Suguiyama

Letra e música de Antônio Sergi
Para ouvir o Hino do Verdão, Clique aqui!
Quando surge o Alviverde imponente

No gramado em que a luta o aguarda
Sabe bem o que vem pela frente
Que a dureza do prélio não tarda

E o Palmeiras no ardor da partida

Transformando a lealdade em padrão
Sabe sempre levar de vencida
E mostrar que de fato é campeão

Defesa que ninguém passa

Linha atacante de raça
Torcida que canta e vibra (2x)

Por nosso Alviverde inteiro

Que sabe ser brasileiro
Ostentando a sua fibra


A HISTÓRIA
O hino da Sociedade Esportiva Palmeiras foi composto em 1949 por Antonio Sergi, maestro compositor e regente da orquestra ítalo-brasileira. Nascido na Itália, o músico naturalizou-se brasileiro e tornou-se bastante conhecido por também atuar nas principais rádios de São Paulo – “Totó”, como era chamado, foi diretor artístico na Rádio Cruzeiro do Sul e regente da orquestra da Rádio Educadora Paulista, que posteriormente se transformaria na Rádio Gazeta.
Criador da Orquestra Columbia, gravou inúmeros sucessos ao lado de intérpretes da década de 40 e recebia convites para animar grandes eventos sociais paulistanos, como as festas na mansão dos Matarazzo, na Av. Paulista. Dr. Antonio Sergi era também médico cardiologista formado pela Escola Paulista de Medicina e professor do Consultório Dramático e Musical de São Paulo. Faleceu no dia 3 de junho de 2003, aos 90 anos.
Sergi compôs a letra e a melodia do hino alviverde atual. Como não tinha o hábito de escrever letras, somente a regência e arranjos musicais, nas poucas vezes em que o fez utilizou o pseudônimo de Gennaro Rodrigues. O fato gerou confusão por vários anos, com torcedores imaginando se tratarem de pessoas diferentes.
Presume-se que a inspiração do autor para compor o hino palmeirense tenha surgido justamente pelo fato de ele conhecer profundamente e ter vivenciado o episódio da mudança de nome em 1942. A letra do hino, aliás, faz referências diretas à identidade alviverde, com destaque para os versos finais: “Que sabe, ser brasileiro, ostentando a sua fibra!”. O excepcional desempenho da defesa na campanha do Campeonato Paulista de 1947 também teria inspirado o trecho da “defesa que ninguém passa”.

Escudos

 1914 Palestra Itália: 
Elaborado nos primeiros anos de vida do clube, era o símbolo institucional utilizado em impressos, carteiras sociais e na bandeira oficial. Na circunferência menor, de fundo branco, havia o contorno da Cruz de Savoia preenchidona cor verde como ''P'' e o ''I'' arcaicos inseridos no meio, em amarelo. Acima, a inscrição ''Palestra'' em amarelo. Na circunferência maior, de fundo vermelho, a inscrição ''Italia'', em amarelo. 


1915 Palestra Itália:
Foi o primeiro distintivo utilizado na camisa do clube. As letras arcaicas ''P'' e ''I'', nas cores brancas, estampavam o lado esquerdo do peito do uniforme verde do Palestra Itália. Foi utilizado no primeiro jogo da equipe (Palestra Italia 2 x 0 Savoia, em Votorantim, no dia 24 de janeiro de 1915).


1916 Palestra Itália:
Para a disputa do Campeonato Paulista de 1916, a diretoria palestrina decidiu importar da Itália um jogo de camisa com o escudo da Cruz de Savoia, símbolo da Casa Real Italiana. O distintivo foi utilizado no primeiro jogo oficial do Palestra Italia (empate por 1 a 1 com o Mackenzie, no dia 13 de maio).


1917 Palestra Itália:
O contorno da Cruz de Savoia permaneceu, mas o desenho interno trouxe de volta as letras “P” e “I”, desta vez inseridas em um fundo verde.


1918 Palestra Itália:
Em novo distintivo, o formato da Cruz de Savoia permaneceu, mas ganhou contorno na cor vermelha e preenchimento branco. No centro, as letras "P" e "I" entrecortando-se mudaram para a cor verde.


1919 Palestra Itália:
O formato do distintivo passou a ser circular, orlado de vermelho em um fundo branco. No centro, as letras "P" (na cor verde) e "I" (em vermelho) entrecortando-se. Foi o escudo utilizado no primeiro título palestrino (Campeonato Paulista de 1920).


1928 Palestra Itália:
Com o mesmo formato circular, mudou-se apenas a disposição das cores – orlado de verde num fundo branco. No centro, as letras "P" e "I" passaram a aparecer ambas em vermelho.


1937 Palestra Itália:
Com o mesmo formato circular, nova mudança na disposição das cores – desta vez, orlado de branco num fundo verde. No centro, as letras "P" e "I", ambas em vermelho, entrecortando-se.


1942 Palmeiras:
Retirou-se o vermelho e a letra “I” do escudo, ficando apenas o verde e o branco, com a letra "P" no centro. Foi o primeiro escudo na camisa do Palmeiras após a mudança de nome.


1942 Palestra de São Paulo:
Símbolo provisório utilizado no período da mudança de nome. O centro da circunferência menor foi descolocado para baixo, com o contorno da Cruz de Savoia preenchido de verde com o “P” inserido em amarelo e, fora do contorno, a inscrição “De S. Paulo” também em amarelo. Na circunferência maior, de fundo verde, havia estrelas em amarelo e a inscrição “Palestra” também em amarelo.


1942 - 1959 Palmeiras:
O distintivo sofreu grande alteração, é o atual símbolo institucional e de camisa do clube. Na circunferência menor, de fundo branco, reapareceu o contorno da Cruz de Savoia, preenchido por 26 linhas alusivas ao dia de fundação do clube e com o tradicional “P” inserido no meio. Na circunferência maior, de fundo verde, apareceu a inscrição “Palmeiras” em branco e, também em branco, oito estrelas, que fazem referência ao mês de fundação do Palestra. 


História do Clube



Palmeiras nasceu em 1914 como Palestra Italia, uma expressão da colônia italiana em São Paulo, uma das mais numerosas e importantes da história da cidade. Como Palestra, o time se destacou e virou um dos grandes do futebol paulista, ganhando diversos títulos estaduais e já iniciando uma rivalidade contra o Corinthians.

Em 1942, porém, a Itália lutava aliada à Alemanha nazista e ao Japão na Segunda Guerra Mundial. O Brasil, que entrou no conflito no lado de Inglaterra, EUA e França, passou a perseguir colônias italianas e alemãs, ameaçando tomar propriedades e patrimônios delas. Por isso, o Palestra Itália virou “Palestra de São Paulo”.

Apesar de ser uma palavra grega, os brasileiros “encanaram” com o termo “Palestra”. E foi assim que o Palestra se tornou o Palmeiras, a uma semana de decidir o título do Paulistão daquele ano contra o São Paulo. Foi aí que surgiu a expressão “O Palestra morreu líder, o Palmeiras nasceu campeão”.

Como Palmeiras, o time ganhou o Mundial de 1951 (Copa Rio), a Libertadores de 1999, é o maior campeão brasileiro de forma isolada, com dez títulos (1960, 1967, 1967, 1969, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016 e 2018), é tricampeão da Copa do Brasil (1998, 2012 e 2015), tem 22 estaduais e diversos outros títulos nacionais e internacionais.

Nome:
Sociedade Esportiva Palmeiras
Alcunha:
Verdão, Porco, Alviverde Imponente
Torcedor/Adepto:
Palmeirense
Mascote:
Periquito e Porco
Fundação:
26/08/1914
Estádio:
Allianz Parque
Capacidade: 43 mil lugares
Localização: Rua Palestra Itália, 214, São Paulo-SP
Presidente:
Maurício Galiotte
Treinador:
Mano Menezes 
Patrocinador:
Crefisa, FAM
Material Esportivo:
Puma
Website: